Escândalo no Tribunal de Justiça da Bahia

Uma das notas da coluna Andante Mosso, da revista Carta Capital, assinada pelo jornalista Maurício Dias, retoma a decisão do Tribunal de Justiça de aposentar compulsoriamente o desembargador Rubem Diário Peregrino Cunha, do TJ-BA, por decretar sentenças que favoreciam prefeitos em troca de dinheiro.

Confira a nota na integra:

Vendada ou vendida?

O Conselho Nacional de Justiça aposentou compulsoriamente o desembargador Rubem Dário Peregrino Cunha, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), integrante de um esquema vergonhoso de corrupção. Sentenças favoreciam prefeitos que, em troca, retribuíam com vantagens financeiras.

É um flagrante de Têmis, a deusa da Justiça, vendida. Mas prevaleceu o voto do relator conselheiro, o desembargador do Tribunal Federal de Recursos da 1ª Região (Brasília), Fernando da Costa Tourinho Neto. É um flagrante de Têmis vendada.

Consta no Processo Administrativo Disciplinar que, em ação penal relatada por Cunha, o filho dele exigiu, em nome do pai, 400 mil reais de um ex-prefeito do município baiano de São Francisco do Conde para obter uma decisão favorável.

Há uma curiosa conjunção baiana nesse caso: a ministra Eliana Calmon declarou-se impedida de votar. Tourinho Neto e Eliana são baianos, mas acima de tudo são inimigos figadais. Além disso, o desembargador punido também é da Boa Terra.

Fonte: Boção News
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